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Ciência de Dados

sbt news

 

Mais de 5,4 milhões de brasileiros estão com a segunda dose de vacina contra a covid-19 atrasada, considerando apenas aquelas fabricadas pelo Instituto Butantan (CoronaVac) e a Fiocruz (Oxford/AstraZeneca), segundo um levantamento realizado pelo Laboratório de Estatística e Ciência dos Dados da Universidade Federal de Alagoas (LED/UFAL) -- dentro do projeto ModCovid-19 -- com base em informações disponibilizadas pelo Open Data SUS até 24 de maio.

 

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cbn

 

Um estudo desenvolvido por pesquisadores de grandes universidades brasileiras criou um modelo matemático que fornece previsões de quando a vacinação contra a Covid-19 será concluída em cada município. O levantamento feito do Vale do Paraíba aponta que a região irá terminar a campanha somente em 2025.

 

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yahoo

 

Uma plataforma criada por um consórcio de universidades brasileiras fez uma projeção de quando a vacinação contra a Covid-19 será concluída no Brasil — os resultados não são nada animadores. Se considerar os dados de até a segunda quinzena de maio, a previsão é de que a imunização em todo o país seja finalizada em 25 de dezembro de 2022.

 

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r7

 

Plataforma criada por consórcio de universidades brasileiras faz uma projeção de quando a vacinação contra a covid-19 será concluída no Brasil. Considerando os dados de até a segunda quinzena de maio, a previsão é de que a imunização em todo o País seja finalizada em 25 de dezembro de 2022. O sistema utilizou dados disponibilizados pelo governo federal para obter o ritmo da vacinação em cada cidade e, com isso, projetar quando toda a população já terá recebido todas as doses necessárias do imunizante.

 

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g1

 

Um modelo matemático criado por pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) projeta o fim da vacinação contra a Covid-19 em Piracicaba (SP) para dezembro de 2023.

O grupo de pesquisadores de várias universidades do Brasil fez a projeção para todos os municípios do país, considerando o ritmo de vacinação de segundas doses dos últimos 30 dias e a quantidade de pessoas referente a 80% da população acima de 20 anos.

 

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bol

 

A curva do número de pessoas mortas de covid-19 saiu da estabilidade e voltou a crescer no estado de São Paulo. Desde o começo de abril, a média móvel de óbitos —calculada com base nos sete dias anteriores— vinha em estabilidade. Na penúltima semana de maio, a curva mudou de tendência, voltou a subir e registrou um aumento de 9% nas mortes em relação à semana anterior.

 

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folha

 

Dados do Sivep-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe) contabilizados e analisados pela plataforma SP Covid-19 Info Tracker, mostram que nos meses de março e abril de 2021, foram registradas no país 23.411 novas internações de crianças por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), com confirmação ou suspeita de Covid-19.

 

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uol

 

Há um ano, o governo brasileiro limitou o acesso aos dados sobre a covid-19. Primeiro mudou-se o horário de divulgação dos boletins para atrapalhar os jornais noturnos, depois caiu a quantidade e a qualidade dos dados fornecidos. A ação culminou na criação do consórcio de veículos de imprensa. Mas os dados da doença continuam sendo uma barreira para jornalistas e pesquisadores.

 

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uol

 

Apesar do aparecimento de novas cepas do coronavírus e do risco de o país entrar em outra onda de contaminações, o Brasil aplicou poucos testes em sua população em comparação com outros países do mundo. Além de ajudar a controlar a pandemia, a testagem em massa oferece aos laboratórios o material genético necessário para sequenciar o vírus em busca de novas variantes.

 

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uol

 

Nos cinco primeiros dias de campanha nacional de vacinação contra a covid-19, o Brasil aplicou doses em 404,2 mil pessoas, aponta balanço feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde. Atrasado, o País começou na segunda-feira, quando mais de 50 nações já haviam vacinado. Agora tem começo mais veloz do que vizinhos como Argentina e Chile e até alguns europeus, a exemplo da Itália, mas fica atrás da Turquia, que também usa a Coronavac. Se considerar os tamanhos das populações, o ritmo inicial do Brasil perde também para Israel e Alemanha.

 

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