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Inteligência Artificial é usada para criar tecnologias e novos vidros

jornal da usp

O vidro é um material muito utilizado na produção dos mais variados objetos: copos, telas, janelas, paredes, próteses oculares e muitos outros itens o têm como principal componente. Pensando na importância desse material, alguns grupos de pesquisadores iniciaram estudos acerca do uso da matemática para produzir essa substância e do uso da Inteligência Artificial para antecipar algumas de suas características.

 

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Redes neurais abrem nova fronteira no desenvolvimento de vidros

 

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Os vidros podem ser obtidos a partir de composições incluindo quase todos os elementos da tabela periódica, que geralmente passam por um processo de aquecimento e fusão e, depois, de resfriamento rápido. Essa vasta faixa de composição química possível resulta em grande variação também nas propriedades mecânicas, óticas, térmicas, elétricas e químicas entre vidros com diferentes composições. Com isso, esses materiais têm grande relevância para um vasto universo de aplicações. No entanto, esse universo abrangente de possibilidades gera também grandes desafios.

 

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Inteligência artificial para desenvolver novos vidros

 

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Os vidros, materiais que estão presentes em uma vasta diversidade de produtos, desde uma garrafa de vinho até um implante dentário, poderão fazer novas contribuições à qualidade de vida dos seres humanos e animais, e à preservação do planeta. De fato, até o momento, cerca de 400 mil (4 x 105) fórmulas de vidros foram produzidas e publicadas, enquanto 1052 novos vidros poderão ainda ser desenvolvidos utilizando combinações possíveis entre 80 elementos amigáveis da tabela periódica.

 

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Pesquisa auxilia Polícia Ambiental de Itapetininga a monitorar áreas desmatadas

Sistema computacional de processamento inteligente de imagens já está operando na região

 

Pesquisa auxilia Polícia Ambiental de Itapetininga a monitorar áreas desmatadas

Uma pesquisa coordenada por um membro do CEPID - CeMEAI utiliza ciência de dados para auxiliar a Polícia Ambiental de Itapetininga/SP a detectar áreas desmatadas com mais eficiência e rapidez. Conheça o projeto: https://goo.gl/3LoViu

Publicado por CEPID - CeMEAI em Terça-feira, 30 de outubro de 2018

 

Utilizar ferramentas computacionais para atacar problemas do meio ambiente é a proposta de um projeto que tem o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e da FATEC de Capão Bonito e coordenação do pesquisador Carlos de Oliveira Affonso, professor da Unesp/Itapeva/SP. 

Um programa computacional está sendo desenvolvido junto ao comando da 6ª Cia da Polícia Ambiental de Itapetininga, interior de São Paulo, com principal objetivo de auxiliar na detecção de áreas desmatadas.

Os pesquisadores utilizaram bases de dados conhecidas para desenvolver o sistema que identifica áreas críticas com perdas de vegetação nativa e diferenças de cobertura vegetal. O programa automatiza com agilidade e maior eficácia o trabalho que atualmente é feito de forma visual pelos policiais.

“Nós reescrevemos o programa baseado nas experiências que temos em outras bases de dados, rodamos com resultados de bases de dados reais e tivemos os primeiros resultados. Será possível atacar já nas áreas específicas em que existe um potencial de perda de vegetação. Então, nós pretendemos ganhar em velocidade e também em um ataque mais estratégico a essas áreas críticas, não havendo necessidade de fazer varredura uma a uma”, comentou Affonso.

Ainda segundo o pesquisador programa leva em torno de 40 segundos para analisar uma área de 1 km². “Um operador humano leva muito mais tempo, além do programa de computador ter mais referências, o que é muito mais eficiente do que um olho humano pode fazer”, observou.

O Capitão da Polícia Ambiental Jeferson Souza explica que para cobrir uma área de 26 municípios, com quase 20 mil quilômetros quadrados, o policial militar que trabalha com monitoramento levaria um tempo considerável na visualização dos quadrantes até concluir uma suspeita de desmatamento em determinada área. “E muitas vezes, a equipe vai até a área e a realidade é diferente da visualizada ou trata-se de uma área de extração legal de vegetação”, comentou o Comandante.

Ele lembra ainda que a ciência da computação pode ser uma importante aliada nas autuações. “Normalmente, as pessoas tendem a dizer que não incorreram em infrações, mas com um sistema desses, dificilmente, a pessoa vai conseguir ganhar algum tipo de recurso porque são registros conclusivos de que havia em um dado momento uma vegetação ali, e em outro momento, essa vegetação não está mais. Se a pessoa possui licença pra fazer a retirada, está autorizada, mas caso contrário, ela vai ser autuada também com base no programa”.

Em outra etapa, o programa ainda poderá auxiliar na identificação da origem das madeiras apreendidas durante as operações policiais. Será baseado no software NeuroWood que já auxilia empresas madeireiras na classificação de produtos quanto à qualidade e outras características.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Trabalho de pesquisador do CeMEAI recebe prêmio internacional

Artigo foi condecorado em conferência na Malásia

 

papa
João Paulo Papa, da Unesp e do CeMEAI

 

A cidade de Kuching, na Malásia, recebeu no último mês de julho a 2ª edição da International Conference on BioSignal Analysis, Processing and Systems (ICBAPS 2018). O evento teve o objetivo de fornecer possibilidades de diálogos e trocas de experiências entre pesquisadores e membros da indústria da área de processamento, análise e sistemas de biossinais.

A conferência contou com uma premiação para o melhor artigo apresentado e o vencedor foi “An Efficient Optimization Technique of EEG Decomposition for User Authentication System", que tem como um de seus autores o professor João Paulo Papa, da Faculdade de Ciências da Unesp em Bauru e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

“O objetivo do trabalho é estudar técnicas de identificação biométrica de pessoas utilizando sinais de eletroencefalograma. O trabalho é feito em parceria com pesquisadores da Malásia, da Jordânia e do Iraque, que atuam na parte de aquisição de dados, e eu contribuo com a parte das técnicas de otimização e aprendizado de máquina”, destaca Papa.

Uma vertente do trabalho já havia sido publicada no World Congress on Computational Intelligence, que foi realizado no Rio de Janeiro também em julho deste ano. “Neste trabalho, propusemos uma técnica para melhorar a qualidade do sinal de eletroencefalogramas que, posteriormente, pode ser utilizado para a identificação de pessoas. Agora, estamos preparando uma versão final ampliada”, explica o pesquisador.

Os próximos passos do trabalho, segundo o professor, são investigações mais profundas de técnicas que podem ser aplicadas. “Por enquanto, ainda não discutimos a possibilidade de desenvolver um software. Estamos desenvolvendo a técnica computacional e iremos focar nos estudos de outras técnicas para melhorar a qualidade do sinal e técnicas de aprendizado de máquina que podem melhorar a eficácia no processo de identificação das pessoas”, finaliza.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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A fim de diminuir os acidentes e as mortes que ocorrem todos os anos no trânsito no Brasil, estudantes de engenharia da USP de São Carlos criaram um aplicativo baseado em gamificação para diminuir acidentes de trânsito.

 

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A fim de diminuir os acidentes e as mortes que ocorrem todos os anos no trânsito no Brasil, estudantes de engenharia da USP de São Carlos criaram um aplicativo baseado em gamificação para diminuir acidentes de trânsito.

 

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jornal da usp

Uma ciência que não vive somente de cálculos, mas ajuda a transformar dados em informações que podem ser aplicadas em diversas situações. Essa é a estatística, profissão cada vez mais valorizada pelo mercado e requisitada em diversos setores. Para falar sobre essa área do conhecimento e sua importância, o USP Analisa desta semana traz o docente do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, Francisco Louzada Neto.

 

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Professor da Unesp busca desenvolver ferramenta para facilitar exames de endoscopia

Estudos são realizados em parceria com instituições alemãs

 

Professor da Unesp busca desenvolver ferramenta para facilitar exames de endoscopia

Um estudo coordenado por um pesquisador do CEPID - CeMEAI está desenvolvendo uma ferramenta para facilitar exames de endoscopia. Entenda: https://goo.gl/RwRPDL

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta-feira, 5 de julho de 2018

 

Inteligência computacional para a área médica. Essa é a aplicação buscada por pesquisadores do Brasil e da Alemanha que estão desenvolvendo um sistema para melhorar a detecção de problemas de saúde em exames de endoscopia.

Atualmente, os exames duram cerca de dez minutos e demandam que o médico fique o tempo todo procurando anomalias na imagem. “A ideia do programa é, assim que o exame começa, rastrear algumas áreas daquele vídeo que possam ser um pouco mais problemáticas, ou seja, nas quais o médico tem que prestar um pouco mais de atenção. Imagine que, assim que essas áreas apareçam no exame, nós possamos colocar algumas informações no vídeo para o médico – a probabilidade de aquela área ter algum problema, por exemplo – e, assim, ele pode fazer que o exame seja mais rápido e menos propenso a erros”, resume João Paulo Papa, professor da Faculdade de Ciências da Unesp em Bauru e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

O professor passa três meses por ano na Alemanha para manter contato com o hospital Klinnikum Augsburg e a Universidade de Ciências Aplicadas de Regensburg, parceiros do projeto. Os exames de endoscopia são realizados na Europa e enviados para os pesquisadores brasileiros, que cuidam do desenvolvimento da ferramenta e utilizam os dados para aperfeiçoá-la.

Com a colaboração de um aluno de doutorado, Papa já começou a desenvolver a parte operacional da ferramenta, que será disponibilizada de forma gratuita quando for finalizada. “Um dos grandes objetivos aqui do nosso projeto, além de ter esse software que funcione de maneira adequada e que vá auxiliar o médico, é disponibilizar essa base de dados de maneira pública para também fomentar a pesquisa na área. A partir do momento em que você tem um software disponibilizado gratuitamente mais a base de dados, a ideia é que mais pessoas comecem a trabalhar com isso”, vislumbra o pesquisador.

As vantagens da pesquisa não param por aí. Segundo o professor, os modelos podem ser aplicados para outras áreas da saúde, e não só para o exame de endoscopia.

“Geralmente, o diagrama de operações segue um fluxo mais ou menos similar. Você tem imagens, extrai características, passa para um programa de inteligência artificial e ele dá uma resposta. Dado que temos toda essa base, todo esse fluxo estabelecido, fica muito mais fácil procurarmos uma nova aplicação, porque já sabemos como é o protocolo que deve ser seguido”, finaliza Papa.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

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Aplicativo utiliza gamificação para diminuir acidentes de trânsito

Projeto desenvolvido por alunos da USP recebeu prêmio da Renault

 

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Como diminuir as 47 mil mortes que ocorrem todos os anos no trânsito no Brasil? Essa foi a pergunta que motivou estudantes de engenharia da USP de São Carlos a criarem um aplicativo baseado em gamificação para diminuir os acidentes de trânsito: o Arquimedes. Eles desenvolveram o projeto dentro do Renault Experience (RX), um programa de incentivo a novas startups e tecnologias no Brasil e patrocinado pela montadora de automóveis Renault.

Neste ano, o tema da competição foi “mobilidade como chave para uma sociedade mais eficiente e consciente”. Com o Arquimedes, a equipe venceu o programa e recebeu um investimento de R$ 30 mil para desenvolver a iniciativa e um processo de aceleração pela Renault.

“A OMS considera acidentes de trânsito como uma doença crônica, que só no Brasil mata cerca de 47 mil pessoas todos os anos e gera um prejuízo de R$19 bilhões para o país. Desse total, a falta de atenção é a principal causa, representando 31% das mortes. Em conversas com o público, verificamos que o uso do celular é a maior fonte de distração”, conta Vinícius Garcia, chefe executivo do projeto. Utilizando esses dados como inspiração, os estudantes criaram o Arquimedes para buscar aumentar a taxa de concentração dos motoristas.

O aplicativo funciona assim: primeiro, o motorista escolhe um mascote para acompanhá-lo durante a viagem. Quando a condução começa, o Arquimedes bloqueia todas as notificações de aplicativos que podem distrair o condutor – apenas os aplicativos de controle de mídia, mapas e o próprio Arquimedes continuam enviando alertas.

Conforme a quilometragem do percurso aumenta, o mascote escolhido no Arquimedes vai crescendo e avançando por níveis. “Quando essas evoluções acontecem, o usuário ganha pontos que podem ser trocados por descontos em lojas e instituições parceiras do aplicativo, o que estimula o motorista a adotar condutas que aumentam sua própria segurança”, completa Vinícius.

Com a ideia inovadora, a equipe, que também é formada por Rosival Neto, Alexandre Bellas, Gustavo Silva, Gabriel Pussoli e Wesley Perissin, passou pelas três fases do RX e, das 400 propostas enviadas inicialmente, ficaram entre as 10 finalistas e, posteriormente, entre as 3 premiadas pela Renault. Durante o processo, os criadores do Arquimedes já tiveram a mentoria do empreendedor Fábio Arazaki, de Curitiba, que contribuiu para o amadurecimento da empresa e da equipe. Após uma sabatina com os executivos da Renault, a premiação foi confirmada, garantindo ao grupo, além do investimento em dinheiro, uma imersão empreendedora de 21 dias em Curitiba, patrocinada pela Renault, cujo objetivo é auxiliar na estruturação e aceleração da startup.

alunos arquimedes

Alunos que participaram do desenvolvimento do Arquimedes

 

O Arquimedes contou também com o estímulo do professor André de Carvalho, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP e do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), orientou os alunos no desenvolvimento do produto fornecendo um local adequado de trabalho e incentivando o projeto ao longo do processo.

“O projeto é muito criativo e socialmente relevante. Eles levaram a ideia muito a sério, com grande dedicação. O mérito do prêmio é totalmente deles e isso traz um grande orgulho para o campus de São Carlos”, comemora Carvalho.

 

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O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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