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A tecnologia que alerta sobre o risco de enchentes

Sistema desenvolvido com apoio do CeMEAI também usa redes sociais

 

Janeiro é um dos meses mais críticos quando falamos em enchentes e alagamentos na maioria dos municípios brasileiros. Ter a tecnologia como aliada na gestão de riscos já é uma realidade desenvolvida no Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC) da USP, em São Carlos.

Liderada pelo professor Jó Ueyama (ICMC- USP), com colaboração dos professores João Porto de Albuquerque (Universidade de Warwick), Alexandre Delbem (ICMC- USP) e dos alunos Sidgley Camargo de Andrade (Doutorando no ICMC - USP),  Thiago Aparecido Gonçalves da Costa (Mestrando no ICMC - USP) e Lucas Augusto Vieira Brito (Mestrando no ICMC - USP), a pesquisa resultou em um sistema que não apenas detecta enchentes e o nível de poluição de rios, como pode avisar a população, via aplicativo de celular, sobre os eventuais riscos. O sistema é chamado e-NOE e funciona por meio de uma rede de sensores sem fio.

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) apoia este trabalho que é aprimorado com os dados disponíveis nas redes sociais por meio de postagens dos usuários no Twitter.

Assista ao vídeo e veja como funciona:

 

A tecnologia que alerta sobre o risco de enchentes

Sob orientação de um pesquisador do CEPID - CeMEAI, um grupo de estudos desenvolveu uma ferramenta que aproveita as redes sociais para auxiliar os municípios na gestão do risco de enchentes. Saiba mais: https://goo.gl/YXg5fj

Publicado por CEPID - CeMEAI em Terça-feira, 15 de janeiro de 2019

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Convênio contribuirá com confiabilidade dos poços da Petrobras

Pesquisadores do CeMEAI desenvolverão modelos para análise de componentes

 

reunião petrobras reuniao petrobras2

 

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) firmou um novo convênio com a Petrobras, desta vez, com pesquisas para o desenvolvimento de metodologias e métricas de confiabilidade de equipamentos de construção de poços de petróleo.

O projeto, coordenado por Francisco Louzada Neto (ICMC/USP), reúne também os docentes José Alberto Cuminato (ICMC/USP), Oscar Hernandes Rodrigues (EESC/USP) e Vera Lúcia Damasceno Tomazella (UFSCar). O aluno de pós-doutorado Pedro Ramos participa do trabalho que envolverá outros especialistas em Estatística, Mecânica dos Fluidos e Engenharias Mecânica e Elétrica.

Em novembro passado, os engenheiros da Petrobras Cedric Hernalsteens e Feliciano Silva estiveram em São Carlos para uma das reuniões de alinhamento do projeto com duração de quatro anos e que resultará em avanços no desenvolvimento da modelagem da confiabilidade de sete equipamentos utilizados na construção e manutenção dos poços.

“Os desafios na construção de poços de petróleo vêm aumentando ao longo do tempo, seja pelo aumento das dificuldades técnicas devido à maior complexidade das áreas a serem desenvolvidas, sejam pelas melhorias nas regras dos órgãos reguladores visando aumentar a segurança. Existem dois pilares que devem nortear um projeto de um poço de petróleo: segurança e produtividade”, comentou Louzada.

O pesquisador lembrou ainda que a literatura específica na área de confiabilidade tem dado maior ênfase a utilização de ensaios de degradação como uma alternativa aos ensaios que levam em consideração somente condições usuais de funcionamento.

Um outro convênio já está em andamento com a Petrobras para novas tecnologias nos reservatórios de pré-sal.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Sobre a Petrobras

Empresa de capital aberto, cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. Com sede no Rio de Janeiro, opera em cerca de 25 países, no segmento de energia, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados.

Instituída em 3 de outubro de 1953, deixou de monopolizar a indústria petroleira no Brasil em 1997, mas continua a ser uma importante produtora do produto, com uma produção diária de mais de 2 milhões de barris (320 mil metros cúbicos). A Petrobras é líder mundial no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Supercomputador do CeMEAI auxilia pesquisadores da USP em Piracicaba

Cluster Euler reduziu muito o tempo gasto em processamentos

 

Supercomputador do CeMEAI auxilia pesquisadores da USP em Piracicaba

Pesquisadores da ESALQ têm utilizado o cluster Euler, o supercomputador do CEPID - CeMEAI, para ajudar em trabalhos na área ambiental. Saiba mais: https://goo.gl/owpfaV

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

 

Na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, o campus da USP na cidade de Piracicaba, o meio-ambiente é assunto diário. Por ser referência nacional nos estudos relacionados à agricultura, a Esalq tem pesquisadores que desenvolvem projetos de ponta em parceria com instituições do governo. É o caso do Grupo de Políticas Públicas (GPP), que surgiu do Laboratório de Planejamento de Uso do Solo e Conservação (Geolab).

"Entre 1999 e o ano passado, quando o GPP foi finalmente institucionalizado na Esalq, nós trabalhamos com vários temas da interface entre meio-ambiente e agricultura. Trabalhamos com o Ministério do Meio-Ambiente, do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura e outras organizações com uma agenda muito ampla envolvendo temas de reforma agrária, crédito fundiário, programas de pagamento por serviços ambientais, compras públicas, enfim", conta Gerd Sparovek, coordenador do Geolab.

O Geolab sempre trabalhou com iniciativas que pudessem ter algum retorno social. Porém, recentemente, o grupo ganhou um aliado importante nos projetos: é o supercomputador do CeMEAI, que realiza operações a uma velocidade aproximadamente 5 mil vezes maior que um computador comum. Foi na pesquisa do mestrado que o pesquisador Arthur Fendrich descobriu o poder do cluster. "Surgimos com a ideia, com a metodologia e, quando começamos a executar, vimos que com um único computador seria inviável de fazer essas contas, que muitas vezes uma operação – e nós faríamos várias operações – levava dias. Nós começamos a pesquisar alternativas, descobrimos a existência do Euler e aprendemos, conforme fomos aprendendo a usar, a reduzir essa questão de dias para horas. Essa série de processamentos que esperávamos que levasse meses foi possível fazer em semanas. Conseguimos testar várias alternativas e chegar a um modelo estatístico bom graças à capacidade de processamento que ganhamos com o Euler", comemora Arthur.

Em parceria com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), o grupo desenvolveu um atlas agropecuário, que mostra informações como mapa de carbono, limites da malha fundiária e as terras públicas e privadas de todo o Brasil. O mapa fica disponível gratuitamente na internet para qualquer interessado. "O primeiro benefício do cluster foi conseguirmos melhorar a precisão dos cálculos. Quando aumentamos a capacidade de processamento com novas células, conseguimos inclusive processar coisas novas, o que antes não era possível por uma limitação computacional. Hoje em dia, pros 7,5 milhões de imóveis, conseguimos fazer essas contas de uma maneira muito mais refinada que antes", completa Arthur.

Portaria ministerial

Outra pesquisa importante desenvolvida pelos pesquisadores do GPP/Geolab se tornou uma portaria ministerial. "Esse projeto mapeou as áreas irrigadas, viu os lugares que tinham potencial para fazer a ampliação dessa irrigação, água disponível, infraestrutura e energia elétrica, que são parâmetros importantes para a implementação de áreas irrigadas. Além disso, ele apontava as áreas que já tinham problemas, já não tinham mais água disponível para fazer a irrigação. Com isso, o gestor conseguia fazer um bom planejamento, e em cima desse planejamento ele consegue indicar políticas que conseguem atender e fazer essa expansão da agricultura irrigada de uma forma ordenada, ou seja, uma otimização de recursos", explica o pesquisador Rodrigo Maule.

Além das pesquisas a nível nacional, o cluster do CeMEAI também dá um suporte importante a trabalhos no estado de São Paulo. Um deles é desenvolvido em parceria com instituições públicas para melhorar a fiscalização ambiental das propriedades rurais. "A partir de uma demanda da Fapesp junto à Secretaria do Estado, foi necessário um projeto para que se pudesse entender como ocorre a questão da aplicação da legislação ambiental dentro do estado visando a compensação. É possível observar toda a questão da vegetação e uso de solo de acordo com o mapa criado ou com a base de dados espaciais desenvolvida", descreve o pesquisador Paulo André Tavares.

"Fazer estudos regionais, mais generalistas, ajuda a tomar as decisões, mas operar uma decisão de política pública depende de escala e precisão espacial, e é isso que o cluster trouxe para nós - esse potencial de conseguir alinhar o que são processamentos mais gerais sobre como a coisa toda vai funcionar, que você consegue fazer com uma infraestrutura computacional mais simples, e aprofundar esses estudos até a escala local", reforça Gerd.

"Nós trabalhamos em vários projetos, com vários ministérios, e nesses estudos normalmente utilizamos muitas modelagens, que trabalham com bases de dados de nível nacional, que são bem pesadas. Para isso, precisamos ter recurso computacional muito forte, e essa parceria com o CeMEAI veio ajudar muito nisso", finaliza Rodrigo.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Assessoria CEPID-CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609 

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Workshop dá início a integração entre comunidade científica e gestão pública

Problemas de São Carlos foram discutidos com possibilidades de projetos conjuntos

 

 

De um lado, o conhecimento. De outro, possibilidades de ações. Quando falamos em Ciência e Tecnologia, comunidade científica e gestão pública têm muito a compartilhar.

O Workshop Redes Temáticas e Gestão Pública é uma iniciativa inédita e prática que colocou lado a lado, no dia 7 de dezembro, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP), representantes de universidades, centros de pesquisa, instituições e órgãos públicos de São Carlos.

O evento tem o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e do ICMC, com organização do professor sênior José Carlos Maldonado e do atual Secretário Municipal de Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Tecnologia José Galizia Tundisi.

Dezesseis das dezoito Secretarias Municipais, além de Coordenadorias, Fundações e Autarquias estavam presentes por meio de seus Secretários ou representantes. A eles, coube apresentar os problemas mais urgentes que podem ter soluções em cooperação com pesquisadores de universidades como a USP e UFSCar, Embrapa e Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) sediados em São Carlos.

A professora Maria Cristina de Oliveira, diretora do ICMC, falou sobre a importância deste trabalho integrado. “Já ganhamos muito em abrir este canal de diálogo. Discutiremos aqui como fomentar a colaboração com os problemas da administração pública. Nós do ICMC e do CeMEAI nos voluntariamos para sediar esse encontro que pretende apresentar competências que possam gerar futuras parcerias e projetos conjuntos com o município”, disse.

Para o organizador José Galizia Tundisi, que representou o prefeito Airton Garcia, o maior problema do país e seus municípios está na gestão. “Para resolver é necessário integração maior com o conhecimento que existe nas universidades e institutos de pesquisa. São Carlos tem um vasto conhecimento científico em todas as áreas e esta é a primeira reunião de um amplo projeto que será desenvolvido com bases para o município”.

No meio acadêmico, muitas vezes, a tecnologia procura o problema e a ideia é inverter essa situação com a aplicação de pesquisas que poderão solucionar muito do que foi apresentado pelos secretários.

Mariel Pozzi Olmo, da pasta de Serviços Públicos comentou sobre a dificuldade de gestão e coleta de resíduos sólidos, por exemplo. Para o tema, o CeMEAI já apoia uma tecnologia aplicada no município de Matão, o SISGERES, que poderia ser adaptado e implementado também em São Carlos.

Da Secretaria de Obras Públicas foram compartilhadas necessidades de melhorias em documentação técnica e orçamentária, cálculos, problemas de drenagem, entre outros.

Como trabalhar melhor os acervos do Museu, gerar renda e trabalho para a população, transporte público, trânsito, planejar parques urbanos e espaços públicos permearam as discussões que tiveram também a participação do presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Benedito Carlos Marchezin. A autarquia já possui um convênio de eficiência energética com o CeMEAI, coordenado pela pesquisadora Maristela Santos que já confirmou uma economia de pelo menos 10% na conta de energia elétrica do SAAE, podendo chegar a 1 milhão de reais de economia aos cofres do município em um ano. “Podemos trabalhar em outras frentes como perdas de água e problemas de abastecimento”, comentou.

E contribuir com os municípios em ações de prevenção e alerta contra alagamentos é a proposta de uma pesquisa também apoiada pelo CeMEAI e coordenada por Jó Ueyama que resultou no e-Noé, uma rede de sensores sem fio para monitorar rios e córregos urbanos. O dispositivo já pode ser operado já foi testado com bons resultados nos córregos Monjolinho e Tijuco Preto que costumam transbordar.

Após a apresentação dos problemas, foram criadas seis equipes agrupadas por áreas de interesses comuns.

Todos os assuntos relacionados à Educação serão discutidos em um projeto paralelo, o EduS.Car, já em andamento e coordenado pelo professor Edgar Zanotto, do Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros (CeRTEV) que também participou do workshop.

Os demais grupos reuniram-se com pesquisadores para trabalhar na discussão das primeiras ações e organizar a agenda de trabalho futuro.

Segundo o Secretário Tundisi, algumas aplicações já podem ocorrer em 2019. “A cidade necessitava desta iniciativa que irá usar o capital intelectual do município e toda a equipe da prefeitura. Esperamos que seja o começo de um processo contínuo que integrará ciência, tecnologia e políticas públicas na transformação social. Demos hoje um salto importante sobre o diagnóstico de problemas de várias áreas e ganhamos na aproximação com os pesquisadores, muitos deles, matemáticos. E sabemos que matemática e água são a base de tudo”, comentou.

O professor Maldonado opinou. “Em nome do ICMC, agradeço a todos que contribuíram neste primeiro workshop. Ressalto que essa aproximação é muito relevante para a academia! Pesquisar e desenvolver, conjuntamente, soluções para problemas relevantes em domínios de aplicação, com impacto social e econômico fazem parte de nossos objetivos”.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Estatística prática: alunos discutem problemas reais na USP

Iniciativa é coordenada por pesquisador do CeMEAI

 

 

O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos sediou, durante o último semestre, mais uma iniciativa que utiliza o método PBL (Problem-Based Learning) para agregar conhecimento e desenvolver soluções para problemas da indústria.

Comandada pelo professor Francisco Louzada, do ICMC e coordenador de transferência de tecnologia do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), a disciplina reuniu alunos de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado. A dinâmica foi a seguinte: alunos do Mestrado Profissional em Matemática, Estatística e Computação Aplicadas à Indústria (MECAI), que já estão no mercado de trabalho, trouxeram problemas reais de suas empresas para dentro da sala de aula. A partir deles, buscaram soluções ao lado de estudantes de graduação e sob a tutoria dos pesquisadores de doutorado e pós-doutorado.

Ao todo, os grupos discutiram seis problemas de diferentes áreas: e-commerce, agricultura, segurança em condomínios, potência de soros antibotrópicos, crédito financeiro e mercado de ações foram contemplados durante os seis meses de estudos.

"Aqui, os conjuntos de dados são vivos, são conjuntos de dados que de acabaram de sair ou estão vindo da empresa pra gente. Então, nós temos a oportunidade de atuar em algo que está vivo e tem a necessidade da gente extrair dali de dentro o máximo de conhecimento útil possível", comemora Louzada.

O professor ainda ressalta o sucesso desta forma de aprendizado entre os alunos. "Os alunos ficam extremamente motivados. Eles ficam engajados no problema e entram de cabeça", comenta.

Recém-formado, o estatístico Vitor Bonini confirma a eficiência deste tipo de iniciativa. "É uma experiência e tanto conseguir aplicar a estatística num modelo que saia da distribuição normal, que saia daquilo que ele vê nos exemplos teóricos em sala de aula. É um problema real com dificuldades reais, e essa é a grande sacada", completa.

Vitor participou do grupo responsável por analisar o problema relacionado ao uso de informações sonoras para melhorar a prevenção de fraudes em vendas pela internet. O grupo desenvolveu um modelo que leva em conta diversas variáveis e utilizou o banco de dados oferecido pela empresa para buscar padrões em fraudes e tentar combatê-las. "Nós chegamos a uma solução. Mostramos um modelo que já pode sim ser usado, mas ele ainda pode ser muito melhorado e mais aprofundado. De qualquer forma, é uma coisa que já pode ser implantada amanhã, se a empresa quiser", conta.

Além dos benefícios práticos para as empresas, a iniciativa também oferece a oportunidades para o ambiente acadêmico. "Podemos apontar para a obtenção de alguns produtos acadêmicos, como, por exemplo, um artigo de pesquisa. Estávamos discutindo e vamos conseguir extrair pelo menos dois artigos de pesquisa daqui. Ou seja, são metodologias novas que, de alguma forma, podem ser utilizadas em outras situações e virar bibliografia pra outros trabalhos também", finaliza Louzada.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

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Pesquisadores brasileiros são destaque em competição internacional

Performance rendeu convite para publicar artigo em renomada revista científica

 

louzadafiorucci

Francisco Louzada (esq.) e José Augusto Fiorucci representaram muito bem o Brasil na competição

 

Entre janeiro e maio deste ano, foi realizada a 4ª edição da série M-Competitions (Makridakis-4), uma competição global de séries temporais disputada por pesquisadores e representantes do mercado do mundo todo.

Uma competição de previsão de séries temporais consiste em selecionar as melhores técnicas de previsão quando apenas o histórico das séries é levado em consideração. Por exemplo: os competidores podem ser desafiados a predizer o futuro dos preços de commodities como café, algodão, soja, petróleo ou minério de ferro, bem como simplesmente predizer como será a venda de brinquedos em cada mês do próximo ano ou o número de turistas que vão desembarcar em Cancun na próxima temporada.

A competição é realizada de forma online e, nesta edição, o desafio era submeter previsões para 100 mil séries provindas de diversas áreas, como produção industrial, micro e macro economias, finanças e demografia. Ao todo, se inscreveram 250 times. Cinquenta deles, de 17 países, conseguiram preencher todos os requisitos e chegar até o final da competição.

Representando o Brasil, Francisco Louzada, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e coordenador de transferência de tecnologia do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI) e José Augusto Fiorucci, da Universidade de Brasília (UnB), conquistaram o 5º lugar no torneio, alcançando um índice minimamente diferente do campeão.

Rank

Time

Afiliação

Métrica de Precisão

(OWA)

1

Slym, S.

Uber Technologies

0.821

2

Montero-Manso et al.

University of A Coruña &

Monash University

0.838

3

Pawlikowski et al.

ProLogistica Soft

0.841

4

Jaganathan & Prakash

0.842

5

Fiorucci, J.A. &

Louzada, F.

Universidade de Brasília & Universidade de São Paulo

0.843

6

Petropoulos, F. & Svetunkov, I.

Bath University & Lancaster University

0.848

7

Shaub

Harvard Univesity

0.860

8

Legaki & Koutsouri

National Technical University of Athenas

0.861

9

Doornik et al.

University of Oxford

0.865

10

Pedregal et al.

University of Castilla-La Mancha

0.869

Os pesquisadores brasileiros ficaram à frente de representantes de instituições renomadas, como as universidades de Harvard e Oxford, e representam um dos sete grupos formados por acadêmicos e que terminaram entre os dez primeiros no ranking geral.

“Este resultado não só mostra a qualidade dos professores das universidades públicas brasileiras, mas também a qualidade das teses de doutorado e de pesquisas em estatística desenvolvidas no país. O presente resultado, nos deixa ainda mais motivados para participar da próxima competição, a M5”, comemora Fiorucci, que esteve ligado ao CeMEAI durante o pós-doutorado.

A quinta colocação global dos professores brasileiros garantiu um convite para escrever um artigo na revista cientifica International Journal of Forecast, gerenciada pelo Instituto Internacional de Previsores e que é a principal referência da área de previsão. O artigo irá detalhar o método estatístico utilizado pelos professores e deve ser publicado pela revista em 2019.

“Esse foi realmente um resultado inusitado, mas esperado. Temos considerado o emprego de métodos de combinação de modelos estatísticos há vários anos com sucesso. E estar entre os primeiros na M4 Competition é um estimulo muito grande para continuarmos as nossas pesquisas nesta linha de trabalho. Estou verdadeiramente agradecido pelo resultado”, finaliza Louzada.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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André Ponce de Leon Carvalho escreve para O Globo

Pesquisador divulga temas relacionados à Inteligência Artificial

 

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A coluna Ciência & Matemática do O Globo publica artigos de divulgação científica para estimular a Ciência no Brasil. O blog é do diretor-adjunto do Instituto de Matemática Pura Aplicada (Impa), Cláudio Landim, que também é membro da Associação Brasileira de Matemática e fez o convite para o professor e vice-diretor do ICMC/USP e pesquisador principal do CEPID-CeMEAI André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho escrever artigos sobre Inteligência Artificial e temas relacionados.

Especialista na área com inúmeras publicações e vários livros escritos, o pesquisador tem participação mensal na coluna. Nos dois primeiros artigos apresentou os principais conceitos e ideias relacionados à Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina. Também escreveu sobre a importância crescente da Inteligência Artificial na vida das pessoas.

“O Brasil não acordou ainda para a importância da Ciência para a sociedade e a economia. Alguns países definiram estratégias para assumir o protagonismo mundial na Inteligência Artificial. O Brasil não tem dado atenção ao tema. Este é um canal muito importante para popularizar a ciência, explicando alguns temas científicos atuais de uma maneira mais informal, divulgando a ciência para a população”, comentou.

 

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Um passeio pela Teoria de Grafos e seus problemas

Tema da última palestra do ano do ciclo “A Terceira Margem” no IMECC

 

A professora Christiane Campos, do Instituto de Computação (IC) da Unicamp, foi a apresentadora da última edição do ciclo de palestras "A Terceira Margem" em 2018. A palestra ocorreu no auditório do IMECC e abordou assuntos relacionados à Teoria de Grafos, apontando alguns problemas fundamentais e enfocando os seus aspectos mais lúdicos.

Veja como foi:

 

A Terceira Margem - Grafos

Na tarde de ontem, o Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica recebeu a última edição do ciclo de palestras "A Terceira Margem" em 2018. Veja como foi a apresentação da professora Christiane Campos, do Instituto de Computação - Unicamp:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Sexta-feira, 30 de novembro de 2018

 

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Pesquisadores e bombeiros discutem parceria em São Carlos

Ideia é ajudar no treinamento dos profissionais de resgate

 

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Um grupo de pesquisa formado por pesquisadores e membros do corpo de bombeiros se reuniu em São Carlos no último dia 13 de novembro para discutir possíveis parcerias e projetos para desenvolvimento conjunto.

O grupo é formado por Alexandre Delbem, pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos, Dilvan Moreira, também do ICMC, Leonardo Ambrosio, professor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), Brenda Jacomelli, aluna da EESC, Pedro Arantes e Cristiano Santos, da Startup Triângulos, e Capitão Jean Gomes Pinto e Cabo Márcio Neves, representantes do corpo de bombeiros.

A ideia inicial de parceria é trabalhar com o treinamento de salvamento conhecido como flashover. Muito difundido entre os profissionais de resgate, o flashover consiste em colocá-los em um contêiner em chamas, que simula um cômodo de uma casa, para que eles treinem o controle do incêndio em uma situação real, de extrema temperatura e com a liberação de gases tóxicos.

Os pesquisadores pretendem extrair dados a partir dessas experiências. “Com a problemática definida, iremos avaliar todo o contêiner e os indivíduos que passam pelo treinamento.

Com a coleta dos dados, pretendemos melhorar o desempenho dos profissionais de resgate”, explica Cristiano. “Estamos lidando com uma grande oportunidade de trazer retorno à sociedade. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas também há muito potencial”, finaliza.

 

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Artigo de pesquisadores do CeMEAI se destaca no cenário acadêmico

Trabalho também resultou em software de simulações de dinâmica molecular

 

No início de 2003, os pesquisadores José Mario Martínez, do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC) da Unicamp, e Leandro Martínez, do Instituto de Química também da Unicamp, publicaram um artigo a respeito de geração automática de configurações iniciais para simulações dinâmicas de moléculas.

O trabalho foi o início de uma série de estudos que se desenvolveu e, em 2009, culminou em um segundo artigo sobre o tema e que contava também com a participação de Ernesto Birgin, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. A segunda publicação já trazia uma novidade importante: era o software Packmol, que criou novas perspectivas para a área das simulações de dinâmica molecular.

A importância do Packmol tem sido refletida pelos números de citações em artigos científicos. Os autores, que são membros de Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP – José Mario e Ernesto do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e Leandro do Centro de Pesquisa em Engenharia e Ciências Computacionais (CCES) – têm comemorado o alcance internacional do artigo.

Em dezembro de 2015, a publicação tinha cerca de 500 citações na plataforma Web of Science. Atualmente, já são por volta de 1500. Esse número faz com que o artigo seja o 3º mais citado na Web of Science entre os financiados pela Fapesp, o 3º da Unicamp em todos os tempos, o 4º entre os da CAPES e o 9º do CNPq.

Outro exemplo da popularização do artigo vem em forma de vídeos. Curiosamente, já são até encontrados tutoriais do Packmol em persa e tailandês. O software continua sendo atualizado com apoio do CeMEAI e, até o mês de novembro deste ano, já foi baixado mais de 23 mil vezes. Conheça melhor o software:

 

Um programa desenvolvido por pesquisadores do CEPID - CeMEAI e do eScience trouxe novidades na área de simulações de dinâmica molecular. Entenda como o Packmol funciona: http://goo.gl/ItVxL0

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Assessoria CEPID-CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609 

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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