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Comunicação CeMEAI

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Pesquisadores lançam livro sobre a Teoria do Aprendizado Estatístico

Obra é inovadora no cenário científico

 

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Rodrigo Mello, pesquisador do CeMEAI

 

Um livro publicado por dois professores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos trata, de forma inovadora, a área de Aprendizado Supervisionado de Máquina.

“A área de Aprendizado Supervisionado de Máquina busca produzir classificadores e regressões para diferentes problemas, tais como a classificação de textos de acordo com seus tipos (esporte, política, economia etc.), de sentimentos em tweets ou mensagens postadas no Facebook, identificação de caracteres em texto cursivo, modelagem de clima, etc. Contudo, muitos desses domínios de aplicação empiricamente adotam modelos de aprendizado de máquina sem avaliar ou garantir se o aprendizado de fato ocorre ou apenas uma memorização”, explica Rodrigo Mello, que também é pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

O tema central do livro, que também tem como autor o professor Moacir Ponti, é a Teoria do Aprendizado Estatístico A grande novidade contida na obra é a abordagem da forma como a Teoria pode ser empregada no mundo real a fim de avaliar se algoritmos de aprendizado de máquina de fato aprendem.

“Também abordamos o algoritmo de aprendizado de máquina supervisionado mais importante: Support Vector Machines. Partimos do zero até a implementação completa do algoritmo, bem como discutimos como transformações em espaços de dados de entrada podem facilitar processos de classificações ou regressão. Para se ter uma ideia, há diversos algoritmos sendo utilizados para classificação e regressão, tais como em Deep Learning, cujos resultados são advindos de conclusões empíricas e grandes empresas como Google, Microsoft, e Facebook os utilizam. O livro permite entender o funcionamento dos métodos e embasa o projeto de sistemas com melhores garantias teóricas”, completa Mello.

Ao todo, foram sete anos de trabalho, incluindo idealização, escrita e edição da obra, que é organizada em seis capítulos e tem previsão de publicação para agosto de 2018. Mais informações podem ser encontradas na página do livro no site da editora Springer.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Workshop on Applied Finance: ainda dá tempo de se inscrever

Quinta edição do evento ocorrerá nos dias 18 e 19 de junho no ICMC em São Carlos

 

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É possível investir seu dinheiro em momentos de crise e obter bons retornos? A relação entre o dólar e os juros no mercado brasileiro. Oficinas de gerenciamento de riscos e Order Flow. Se você se interessa por esses temas, pelo mercado financeiro e tem vontade de saber mais sobre ele, compartilhando conhecimentos e novas tecnologias, ainda dá tempo de participar do V Workshop on Applied Finance – um evento organizado principalmente para profissionais de finanças e investimentos, alunos e professores de Economia, Administração, Matemática, Estatística, Computação, Física e áreas afins.

A quinta edição do workshop ocorrerá nos próximos dias 18 e 19 de junho no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos.

Com apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), o evento tem como objetivo avançar nas pesquisas e estudos na área de finanças para desenvolver ferramentas que tornem o mercado de investimentos mais acessível.

Saiba mais sobre inscrições e a programação neste link.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Recentemente, divulgamos um convênio firmado entre o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE), coordenado pela pesquisadora Maristela dos Santos, que desenvolveu um modelo matemático que serve como base de apoio para que os funcionários e tomadores de decisão tenham parâmetros precisos sobre o gerenciamento, por exemplo, das bombas de captação e distribuição de água.

Os resultados positivos do trabalho já podem ser confirmados na prática. O SAAE confirmou uma economia de pelo menos 10% na conta de energia elétrica podendo chegar a 1 milhão de reais de economia aos cofres do município em um ano.

O tema foi destaque do Diário Oficial de São Paulo nesta semana. Leia a matéria:

Alemanha favorita: estatísticos projetam resultados da Copa do Mundo de 2018

Grupo de pesquisa conta com pesquisadores do CeMEAI

 

Alemanha favorita: estatísticos projetam resultados da Copa do Mundo de 2018

A FIFA World Cup começa daqui a uma semana, mas, para um grupo de estatísticos brasileiros, o torneio já começou faz tempo. Eles criaram um modelo de previsão que mostra as probabilidades de cada seleção avançar de fase até a final - e os resultados iniciais mostram que a favorita para este ano é o carrasco do Brasil em 2014. Conheça o projeto: https://goo.gl/UBPgTd

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta-feira, 7 de junho de 2018

 

Os jogos da Copa do Mundo de 2018 começam no próximo dia 14 de junho, mas, para um grupo de estatísticos formado por membros de três universidades brasileiras, o torneio começou já faz tempo. Desde a Copa de 2006, eles desenvolvem modelos estatísticos de previsão dos resultados de eventos esportivos.

“Nós tínhamos dificuldades para encontrar locais ou informações sobre diferentes campeonatos. Então, nessa contextualização, resolvemos trabalhar com modelagem estatística aplicada ao esporte”, explica Francisco Louzada, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e um dos coordenadores do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI).

Os modelos desenvolvidos pelo grupo de previsão esportiva levam em consideração informações objetivas e subjetivas. “Nós utilizamos o conhecimento de especialistas nas análises e também informações exatas, como o ranking da Fifa”, conta Louzada, que também é presidente da Associação Brasileira de Estatística. “Essa é a grande vantagem do modelo. Você pode incorporar as opiniões de especialistas para tentar obter resultados mais fiéis à realidade”, complementa Adriano Suzuki, que também é professor do ICMC e pesquisador do CeMEAI.

Antes de cada torneio, o modelo usa essas informações para gerar uma previsão dos resultados: quais as chances de cada time passar da primeira fase e ir avançando, etapa por etapa, até a final. Quando os jogos começam, as contas são atualizadas a cada rodada, levando em conta os placares definidos e outras situações relevantes, como um jogador importante que se machucou, por exemplo.

Para esta Copa do Mundo, as projeções mostram que a Alemanha é o time com mais chances de ser campeão (17,39%). O Brasil aparece em terceiro lugar (12,93%), logo atrás da Espanha (15,64%). Segundo os cálculos iniciais, a probabilidade de o título ficar entre esses três times é de 46%. Todos os resultados estão detalhados no site do projeto, que também analisa outros campeonatos de futebol.

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As seleções com maiores chances de vencer a Copa do Mundo, segundo o site previsaoesportiva.com.br

Dê seus palpites!

O projeto de previsão esportiva também tem um caráter interativo. Qualquer pessoa pode entrar no site do projeto para palpitar os resultados da primeira fase da Copa do Mundo e gerar novas probabilidades a partir desses palpites.

Depois de preencher os resultados imaginados, é só fazer a simulação e as novas probabilidades aparecem na tela. Para fazer toda a estruturação do modelo, o grupo de previsão esportiva conta com pesquisadores da USP, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA). “Fazem parte alunos de graduação, de mestrado e de doutorado, que, ao longo desse período, entraram e saíram, concluíram o curso, tem alunos que fizeram IC e alunos de pós que têm interesse em trabalhar no tema”, diz Suzuki.

Esta é a quarta edição da Copa do Mundo a ser analisada pelos estatísticos. Luis Ernesto Salasar, professor da UFSCar, faz parte do grupo desde o mundial de 2006, quando ainda era estudante de mestrado. “Acho que o esporte é um tema que cativa todo mundo, o público em geral, os alunos, então eu como aluno gostei muito do projeto e desde 2006 nós estamos trabalhando nisso”, comenta.

E as previsões devem continuar para as próximas Copas. “Os alunos sempre estão buscando informações e querendo participar de alguma espécie de previsão para algum campeonato, algum esporte. Então, isso provavelmente vai perdurar por muito tempo na universidade”, comemora Salasar.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Dados Abertos na América do Sul: quem fará uso?

Pesquisador Luis Gustavo Nonato opina sobre o tema em artigo

 

Em muitos países desenvolvidos, os dados abertos têm sido utilizados não somente como mecanismo de fiscalização dos governos, mas também como suporte à elaboração de políticas públicas, sendo ainda a base de criação de novas tecnologias. O pesquisador do CEPID- CeMEAI Luis Gustavo Nonato opinou sobre o tema neste artigo que analisa como o Brasil também poderia evoluir na tecnologia. Confira o artigo:

Dados Abertos na América do Sul: quem fará uso?

Autor: Luis Gustavo Nonato

O número de bases de dados com acesso público, os chamados Dados Abertos (Open Data), tem crescido de forma significativa nos países sul-americanos (veja gráfico abaixo). Como nos países desenvolvidos, a geração de dados abertos na América do Sul tem ocorrido de forma descentralizada, com iniciativas ligadas a movimentos sociais, setor produtivo, universidades e governos. Os governos, porém, tem tido papel fundamental neste cenário, não só como agente provedor de dados abertos, mas também como responsável pela organização e disponibilização de tais dados. De fato, a maioria dos países sul americanos possui atualmente portais de dados abertos financiados e gerenciados por seus governos federais:

Dados

Nos países desenvolvidos, dados abertos tem sido utilizados não somente como mecanismo de fiscalização dos governos, mas também como suporte à elaboração de políticas públicas, sendo ainda a base de criação de novas tecnologias. Iniciativas como BlindSquare, que auxilia a locomoção de deficientes visuais, Ottawa Recycle, que orienta cidadãos sobre quando e onde depositar lixo reciclável, e Spot Crime, que mapeia a criminalidade em cada região da cidade, são bons exemplos de como dados públicos podem melhorar a qualidade de vida das pessoas, influenciar na mudança de comportamento e impulsionar a criação de empresas, emprego e renda.

Porém, para que dados abertos impactem positivamente na sociedade e na economia de um país, faz-se necessário mão de obra extremamente qualificada, a qual é escassa na América do Sul. O que agrava ainda mais o cenário é a lentidão com que os países sul-americanos têm reagido à falta de profissionais capazes de gerar conhecimento e produtos a partir de dados abertos. Enquanto países desenvolvidos investem fortemente na formação de mão de obra qualificada (veja tabela abaixo), países sul-americanos estão quase inertes a revolução tecnológica impulsionada pelo acesso à grandes conjuntos de dados. Uma pesquisa no cadastro de cursos de graduação dos países sul-americanos revela a inexistência de cursos na área de ciência de dados (data science). Em outras palavras, atualmente não existe sequer um curso de graduação em ciência de dados em toda América do Sul.

Número de Cursos de Graduação em Ciência de Dados nos Países Desenvolvidos (nenhum curso de graduação em ciência da dados na América Latina)

Fonte: http://datascience.community/colleges

Estados Unidos
Reino Unido
Espanha
França
Alemanha

Número de Cursos

95
10
4
3
2

Diante do cenário atual, países sul-americanos estão fadados a continuarem como consumidores de tecnologias produzidas por países desenvolvidos, muitas das quais projetadas para atender demandas daqueles países. O acesso aos dados abertos da América do Sul pelas empresas do primeiro mundo, permitirá que tais tecnologias sejam adaptadas ao contexto sul-americano, encorajando cada vez mais o consumo de soluções prontas produzidas nos países desenvolvidos. Tal dependência exclui os países da América do Sul do grupo que protagoniza a geração de conhecimento e tecnologia a partir de dados, reduzindo a competitividade dos países sul-americanos no novo mercado que se abre.

Desta forma, é incontestável a urgência na capacitação de mão de obra capaz de explorar o universo de oportunidades geradas pelo acesso à dados públicos. Cidadãos, universidades e governos sul-americanos precisam se mobilizar rapidamente no sentido de construir uma rede de colaboração em ciência de dados, promovendo a criação de novos cursos de graduação e pós-graduação, fomentando projetos de pesquisa conjuntos e viabilizando a mobilidade de estudantes e pesquisadores entre os países da América do Sul, buscando assim acelerar a formação de mão de obra qualificada. Somente uma reação rápida e conjunta, voltada para capacitação de parcela significativa da população, dará chance aos países sul-americanos de competir neste novo "mercado de dados" que se apresenta.

Workshop no IMECC discute geometria de proteínas

De vários países e áreas, pesquisadores debateram soluções para problema

 

Com o objetivo de discutir métodos matemáticos e computacionais para calcular a estrutura 3D de uma molécula de proteína usando dados experimentais, ocorreu nos dias 21 e 22 de maio, no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC) da Unicamp, um workshop que reuniu especialistas de várias áreas do Brasil e exterior, integrando matemáticos, cientistas da computação, físicos, biofísicos, químicos e biólogos. O evento foi organizado pelo professor do IMECC e presidente da SBMAC, Carlile Lavor, e contou com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI). Veja como foi o evento:

 

Workshop no IMECC discute o tema "Geometria de Proteínas"

O Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp - Universidade Estadual de Campinas recebeu pesquisadores de diversas áreas e países em um evento que discutiu um problema de geometria de proteínas. Veja como foi:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta-feira, 24 de maio de 2018

Participe da 5ª edição do Workshop on Applied Finance

Inscrições para o evento já estão abertas

 

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Pela segunda vez em 2018, o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) apoia o Workshop on Applied Finance, evento que reúne especialistas do mercado financeiro, pesquisadores doutores e alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado.

A quarta edição do evento, realizada em março no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos, foi marcada por um número expressivo de participantes - o que deve se repetir na próxima edição, que será nos dias 18 e 19 de junho deste ano.

Além de nove palestras, o V WAF contará com cinco oficinas oferecidas por diferentes pesquisadores. As inscrições para o evento já estão abertas e podem ser feitas na página do workshop, que também conta com a programação completa dos dois dias de evento.

 

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O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Comunicado - Íntegra - Seminário de Coisas Legais: Matemática, sua construção e suas crises

 

O CEPID-CeMEAI informa que, por motivos técnicos, a íntegra da edição do Seminário de Coisas Legais com o título " Matemática, sua construção e suas crises" não pôde ser disponibilizada.

Íntegra - Seminário de Coisas Legais: paradoxos

 

O último Seminário de Coisas Legais foi apresentado pelo professor Leandro Aurichi, do ICMC-USP. Confira a íntegra da palestra sobre paradoxos:

 

Íntegra - Seminário de Coisas Legais: paradoxos

O último Seminário de Coisas Legais foi apresentado pelo professor Leandro Aurichi, do Icmc Usp. Confira a íntegra da palestra sobre paradoxos:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Segunda, 14 de maio de 2018
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