Prova de velocidade

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Em um intervalo de poucos meses, o Brasil perdeu sete posições no ranking das nações com os maiores parques de supercomputadores. Em novembro do ano passado, o país ocupava a 10ª colocação, com seis máquinas entre as 500 com mais alto desempenho no mundo. Em junho deste ano, caiu para o 17º lugar, com quatro computadores. O melhor momento do país foi em 2004, quando teve nove representantes na lista. Os dois supercomputadores brasileiros que deixaram o ranking pertencem à Petrobras e ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ambos seguem produzindo cálculos complexos e velozes, na casa dos trilhões de operações por segundo, e são indispensáveis para simular perfurações em campos de petróleo e produzir pesquisas sobre clima e previsões meteorológicas acuradas. Mas já não figuram na relação dos 500 mais velozes porque foram superados por outros de fabricação recente. Inaugurado neste ano, o computador mais veloz do mundo, o Sunway TaihuLight, da China, é capaz de realizar 93 quatrilhões de cálculos por segundo – desempenho três vezes superior ao do 2º lugar, o também chinês Tinhae-2. O país asiático tem 168 máquinas no Top 500, que é divulgado desde 1993 pelas universidades de Mannheim, na Alemanha, e do Tennessee, nos Estados Unidos.

 

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Última modificação em Segunda, 05 Dezembro 2016 20:06