Investigando padrões epidemiológicos em redes

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O estudo de redes tem uma gama de aplicações que impressiona: as mesmas estratégias podem permitir a investigação do fluxo de saída de pessoas num estádio de futebol, as conexões entre neurônios no cérebro e a transmissão da dados via internet, para citar apenas três exemplos.

Agora, um grupo de pesquisadores do Brasil e da Europa usou as ferramentas matemáticas das redes para estudar epidemiologia, ao formular como uma doença pode se espalhar em uma população em termos das redes de contágio que as pessoas formam entre si.

 

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